quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Muito obrigada,

a todos os alunos da turma 7.º A que fizeram questão de me dar os parabéns no dia 7 de Janeiro. Estes amores juntaram-se e compraram um bolo delicioso. Fizeram muito barulho... fomos chamados à pedra. Mas pronto, valeu a pena.
Obrigada pelo vosso gesto carinhoso (espero!). O passar dos anos torna-se cada vez mais difícil, mas surpresas assim fazem com que seja menos penoso.

Um abraço a cada um de vós e a continuação de um bom ano de trabalho e amizade no grupo!


sábado, 10 de janeiro de 2009

Neve no meu jardim!


Bela, fria, mas perigosa!
Estou certa que a maior parte de vós nunca tinha tido oportunidade de ver este maravilhoso fenómeno. E tiveram direito a uma tarde de folga... sem substituições!!! Yupiiiii!!!

domingo, 4 de janeiro de 2009

O mundo que me rodeia



O homem tem a memória tão curta!!!

domingo, 21 de dezembro de 2008

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

O mundo que me rodeia

A pergunta é sempre a mesma: PORQUÊ?

quinta-feira, 17 de julho de 2008

domingo, 13 de julho de 2008

A velhice

"Anunciam-se curas para o cancro, soluções para as doenças cardíacas,vacinas novas (...) que nos permitem prolongar a vida. (...) Cada vez se morre mais tarde, já reparou? (...) Mas para quê? (...) ...a partir de um certo limite, começamos a vegetar. (...) Adiamos o horror da morte para conhecer o horror da velhice extrema. É o horror da degradação, do definhar indigno, da submissão à humilhação."

José Rodrigues dos Santos, O sétimo selo

Hora sagrada!!!

"Desde a infância que se habituara à ideia de que as refeições em grupo eram acontecimentos sociais, o momento em que a família ou os amigos se juntam em redor de uma mesa para afirmarem o seu sentido de grupo, trocarem impressões, partilharem sentimentos, esgrimirem argumentos."


José Rodrigues dos Santos, O sétimo selo

domingo, 29 de junho de 2008

O mundo que me rodeia


Um jogo que vos proponho: 5 segundos para descobrir as diferenças entre as duas imagens . . . . .
Ganhaste: descobriste-as todas!

segunda-feira, 19 de maio de 2008

O mundo que me rodeia


Para quê palavras?

segunda-feira, 12 de maio de 2008

O mundo que me rodeia


PORQUÊ? QUAL A FINALIDADE?

sexta-feira, 25 de abril de 2008

O mundo que me rodeia


Para que não haja esquecimento!

sábado, 19 de abril de 2008

Ó nascidos antes de ...1986


De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós, que nascemos nos anos 60, 70 e princípio de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas em tinta à base de chumbo, que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças" ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos nem airbags - viajar à frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões.
Depois de acabarmos num silvado, aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.
Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos Play Station, X Box. ...
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos à rua.
Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!
Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos, mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos, mas sem sermos processados.
Batíamos às portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não, íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei, era impensável os nossos pais nos safarem: eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles?

Parabéns! Eu também sou!

Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem".

Para todos os outros que não têm idade suficiente, pensei que gostassem de ler acerca de nós.
Isto, meus amigos, é surpreendentemente medonho... e talvez ponha um sorriso nos vossos lábios:
a maioria dos estudantes que estão nas universidades hoje nasceram em 1986...chamam-se jovens.
Nunca ouviram "We are the world" nem "Uptown girl" conhecem de westlife e não Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.
Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname.
A SIDA sempre existiu.
Os CD sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles, o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia deus da dança.
Acreditam que "Missão impossível# e "Anjos de Charlie" são filmes do ano passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:

1. Entendes o que está escrito acima e sorris .
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar .
4. Surpreende-te ver crianças tão à- vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis .
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez) .
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.



SIM! ESTAMOS A FICAR VELHOS, mas tivemos uma infância do caraças!!!


(adaptado)






terça-feira, 18 de março de 2008

O mundo que me rodeia


Solidão!!!

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

O mundo que me rodeia



Onde foi parar o amor que sentiam?

sábado, 16 de fevereiro de 2008

O mundo que me rodeia







Bom ambiente: cheiro a papel, toque do papel, vontade de aprender, de querer saber...
Uma biblioteca!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

O mundo que me rodeia


Trabalho infantil

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

PEGADAS NA AREIA

Os caminhos de Nosso Senhor

Só quem ama percorreu

Só quem sonha conheceu

São caminhos cheios de amor

Que nem sempre o sonhador

É capaz de entender

Alguém me disse que sonhou

Que estava numa praia

Caminhando com Jesus

E olhando o céu viu sua vida

Tanta estrada percorrida

Sempre em busca de uma luz

E olhando as marcas na areia

Viu ao lado de seus passos as pegadas de Jesus

E aí ele falou:

"-Não te entendo meu Senhor"

E olhou para o chão:

"- Nos caminhos mais difíceis eu não vejo tuas marcas:

porque me deixaste só?"

Jesus respondeu:

"- Os passos são só meus, jamais te abandonei.

É QUE, NOS MOMENTOS MAIS DIFÍCEIS DE VIVER,

NOS MEUS BRAÇOS TE LEVEI"

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Bodas de Prata


L'éternelle chanson

Lorsque tu seras vieux et que je serai vieille,
Lorsque mes cheveux blonds seront des cheveux blancs,
Au mois de mai, dans le jardin qui s'ensoleille,
Nous irons réchauffer nos vieux membres tremblants.
Comme le renouveau mettra nos coeurs en fête,
Nous nous croirons encore de jeunes amoureux,
Et je te sourirai tout en branlant la tête,
Et nous ferons un couple adorable de vieux.
Nous nous regarderons, assis sous notre treille,
Avec de petits yeux attendris et brillants,
Lorsque tu seras vieux et que je serai vieille,
Lorsque mes cheveux blonds seront des cheveux blancs.

Sur notre banc ami, tout verdâtre de mousse,
Sur le banc d'autrefois nous reviendrons causer,
Nous aurons une joie attendrie et très douce,
La phrase finissant toujours par un baiser.
Combien de fois jadis j'ai pu dire " Je t'aime " ?
Alors avec grand soin nous le recompterons.
Nous nous ressouviendrons de mille choses, même
De petits riens exquis dont nous radoterons.
Un rayon descendra, d'une caresse douce,
Parmi nos cheveux blancs, tout rose, se poser,
Quand sur notre vieux banc tout verdâtre de mousse,
Sur le banc d'autrefois nous reviendrons causer.

Et comme chaque jour je t'aime davantage,
Aujourd'hui plus qu'hier et bien moins que demain,
Qu'importeront alors les rides du visage ?
Mon amour se fera plus grave - et serein.
Songe que tous les jours des souvenirs s'entassent,
Mes souvenirs à moi seront aussi les tiens.
Ces communs souvenirs toujours plus nous enlacent
Et sans cesse entre nous tissent d'autres liens.
C'est vrai, nous serons vieux, très vieux, faiblis par l'âge,
Mais plus fort chaque jour je serrerai ta main
Car vois-tu chaque jour je t'aime davantage,
Aujourd'hui plus qu'hier et bien moins que demain.

Et de ce cher amour qui passe comme un rêve,
Je veux tout conserver dans le fond de mon coeur,
Retenir s'il se peut l'impression trop brève
Pour la ressavourer plus tard avec lenteur.
J'enfouis tout ce qui vient de lui comme un avare,
Thésaurisant avec ardeur pour mes vieux jours ;
Je serai riche alors d'une richesse rare
J'aurai gardé tout l'or de mes jeunes amours !
Ainsi de ce passé de bonheur qui s'achève,
Ma mémoire parfois me rendra la douceur ;
Et de ce cher amour qui passe comme un rêve
J'aurai tout conservé dans le fond de mon coeur.

Lorsque tu seras vieux et que je serai vieille,
Lorsque mes cheveux blonds seront des cheveux blancs,
Au mois de mai, dans le jardin qui s'ensoleille,
Nous irons réchauffer nos vieux membres tremblants.
Comme le renouveau mettra nos coeurs en fête,
Nous nous croirons encore aux jours heureux d'antan,
Et je te sourirai tout en branlant la tête
Et tu me parleras d'amour en chevrotant.
Nous nous regarderons, assis sous notre treille,
Avec de petits yeux attendris et brillants,
Lorsque tu seras vieux et que je serai vieille
Lorsque mes cheveux blonds seront des cheveux blancs.

Rosemonde Gérard